“Pouca gente sabe, mas o Vale do Silício começou com um pacto entre a Universidade de Stanford e a economia local.
Stanford selecionou e cultivou os estudantes mais talentosos
E ajudou a criar algumas das empresas mais poderosas do mundo
Nike
Yahoo!
Netflix
Tesla
A missão de Stanford era fazer prosperar a Baía de São Francisco
E deu certo
O segredo foi investir em inteligência e tecnologia
A China fez o mesmo
Em 1978, passou a adotar a ciência como uma força produtiva
E as universidades e cientistas se tornaram agentes centrais na economia
Também deu certo para eles
Inteligência, tecnologia, ciência…
E por trás disso tudo a Matemática
É a matemática que está por trás das empresas do Vale do Silício
É a matemática que está por trás do desenvolvimento econômico da China
Hoje, 18% do PIB da França vem da matemática
Na economia brasileira não chegamos nem aos 5%
E com as novas tecnologias de inteligência artificial, essa distância vai aumentar muito
É o conhecimento em Matemática que vai determinar o próximo ciclo de desenvolvimento econômico do mundo
Porque a base da Inteligência Artificial, da economia baseada em dados, da governança algorítmica: é a Matemática
Nós também podemos desenvolver nossa região
De Juiz de Fora a Três Rios,
As montanhas e os vales das nossas cidades também estão cheias de talentos
Talentos para a inovação
Pro empreendedorismo,
E talentos para a Matemática
O trabalho que temos pela frente é imenso
Segundo os dados do Pisa 2022 apenas 1% dos estudantes brasileiros tiram nota alta em matemática. A média da OCDE é de 9%. Seis países e economias asiáticas tiveram as maiores proporções de estudantes com esse desempenho: Singapura (41%), Taipé Chinês (32%), Macau (China) (29%), Hong Kong (China)* (27%), Japão (23%) e Coreia (23%).
Precisamos melhorar esses números.
O trabalho é difícil, mas a conta é simples
Quanto mais talentos em matemática, maior a riqueza da nossa região
Quanto mais ficarmos para trás no ciclo econômico das IAs, mais pobre seremos
Outros países fizeram a mesma conta e conseguiram
Nós também podemos.”